Ufa! Nunca imaginei que fosse tão difícil respirar direito!
Hoje, em minha primeira aula de Pilates, quase desisti logo de cara! Só para respirar já foi um sacrifício, rs... Ainda bem que minha professora é bem paciente! =P
Pois bem... "Inspira, murcha o bumbum, encolhe a barriga e expira, beeeeem devagarzinho", rsrsrs...
Krakaaaa!! Que desespero! E pior! Ela bem ali, observando cada minúsculo movimento. Ai ai, viu?! Que nervoso, hehe. E como tenho o riso froucho, não prestou...rs... Ela não teve outra saída a não ser rir comigo também, né?! Tadinha.
Depois levanta a perna edá-lhe abdominal. Rsrs...nunca fiz um abdominal tão difícil! A mulher estava achando que eu era a mulher elástico, será? Rsrs... E de novo a bendita respiração, aaaaafffffff!!!!!!! Que desesperoooo!!!!! Eu respiro muito errado, kra! Como assim?!?! Daí deita de lado, levanta a perna, abaixa a perna e o raaaaio da respiração...hehehe!
No fim da aula, ela me apresenta o "Barrel". Ai que delíciaaaa!!!!! O melhor exercício da aula, rsrs... E como não sou nada curiosa...rs...comecei a pesquisar sobre Pilates e seus aparelhos no pai Google, rs...
De repente, vejo uma loira, com os músculos definidinhos (precisei lembrar que inveja é pecado, rsrs), fazendo loucuuuuras com esse tal de Barrel, rs! Uau! Babei! Um dia eu chego lá, mas ainda tenho que respirar muitooo! Hehehehe!
Daí, sem querer encontrei na net também o tal do Cadillac. Oooooout! O que é aquilooo???? Conheci esse aparelho hoje e só de ver já deu medo. Mas tudo bem, cada coisa a seu tempo. Semana que vem serei apresentada a ele, rsrs...
É...pois é...preciso respirar.
Inspira, encolhe, murcha e expira... inspira, encolhe, murcha e expira...beeeeem devagarzinho... Minha coluna vai agradecer! =)
Quem sou eu
- Cândida Padilha
- Rio de janeiro, RJ, Brazil
- Em construção. Contruo e desconstruo, a todo momento. Welcome to my world!
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
"A lenta flecha da beleza"
“A mais nobre espécie de beleza é aquela que năo arrebata de vez, que năo se vale de assaltos tempestuosos e embriagantes (uma beleza assim desperta facilmente o nojo), mas que lentamente se infiltra, que levamos conosco quase sem perceber e deparamos novamente num sonho, e que afinal, após ter longamente ocupado um lugar modesto em nosso coraçăo, se apodera completamente de nós, enchendo-nos os olhos de lágrimas e o coraçăo de ânsias. Ser belos: imaginamos que haveria muita felicidade ligada a isso. Mas isso é uma ilusão exaustiva."
Nietzsche
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
As cervejas da vida e suas propagandas nem sempre sinceras
Já reparou que os comerciais de cerveja são sempre lindos?
Mulheres e homens com corpo sarado, sorrisos estonteantes, na praia, com muito sol e diversão?
Não aparecem aqueles bebuns que nem se aguentam em pé, com aquele barrigão mais parecendo uma bola de Pilates, hehehe!!! E também não aparecem aqueles botecos feiosos, sem graça nenhuma, com aquelas estufas contendo UM ovo cozido já quase ficando verde? Hihi!
Pois é...propaganda de cerveja é tão real quanto as promessas dos políticos de nosso país.
Cidade sem lei
“4 – DIREITOS DO CIDADÃO
4.1 – Direito de ir e vir
Você tem o direito de ir e vir em todo Brasil, em tempo de paz. Se não houver ordem de um juiz ou
se você não está em flagrante delito, qualquer impedimento à sua liberdade de locomoção é ilegal.
A nossa Constituição prevê o Hábeas Corpus para proteger seu direito de locomoção. Qualquer
pessoa pode procurar um juiz quando este direito não for respeitado.”
Fonte: Manual do Cidadão
http://www.arbos.com.br/docs/manual.pdf
Não tenho nada contra os que moram nesses lugares, a margem. Já vivi assim, por 8 anos e me orgulho desse momento. Existem trabalhadores lá. Os bandidos são a minoria. Mas é irresponsabilidade sim do governo dar início a uma operação tão drástica, embora significativa, sem reforçar outros locais, alvos fáceis. Era de se esperar que o asfalto virasse um campo de guerra, como virou nessa manhã. E digo mais: é daí pra pior.
Se as coisas continuarem como estão, haverá um dia em que, a exemplo da enchente sofrida no início do ano, precisaremos recuar e nos acuar, dentro de nossas casas. Prisões revestidas de televisões com suas notícias escabrosas e cercadas dos arames farpados e peneiras furadas carregadas pelos nossos governantes.
Misericórdia! Misericórdia! Misericórdia!
“Se o Senhor não guardar a cidade, em vão vigia o sentinela.” Salmo: 127.1b
4.1 – Direito de ir e vir
Você tem o direito de ir e vir em todo Brasil, em tempo de paz. Se não houver ordem de um juiz ou
se você não está em flagrante delito, qualquer impedimento à sua liberdade de locomoção é ilegal.
A nossa Constituição prevê o Hábeas Corpus para proteger seu direito de locomoção. Qualquer
pessoa pode procurar um juiz quando este direito não for respeitado.”
Fonte: Manual do Cidadão
http://www.arbos.com.br/docs/manual.pdf
A polícia invade as favelas, sobe os morros e deixam o asfalto liso, de terror. Com a cidade desordenada os “sangue-frio” tem livre acesso a qualquer um de nós.
Direito? Que direito! Quem de nós tem direito de alguma coisa? Balela!
Quero deixar bem claro que não sou contra ao que a polícia está fazendo no Rio de Janeiro, muito pelo contrário. Essa era realmente a única forma de chegarmos ao topo.Só penso que o topo nem sempre é o mais importante, pois para todo topo existe uma estrutura.
O governo melhorou as ações de combate, entretanto esqueceu que nem toda a população está lá em cima. Os que estão de fora estão mais por dentro do que possa parecer.
Disse uma amiga: “É fato! Se a polícia sobe, os bandidos descem.” Sim! Descem e não estão para brincadeira. Foram mais de 20 veículos queimados durante o dia, inclusive alguns ocupados, rrastões espalhados por diversas partes da cidade - um, inclusive, a 10 minutos de distância de mim - e até o presente momento 21 mortos nos confrontos.Não tenho nada contra os que moram nesses lugares, a margem. Já vivi assim, por 8 anos e me orgulho desse momento. Existem trabalhadores lá. Os bandidos são a minoria. Mas é irresponsabilidade sim do governo dar início a uma operação tão drástica, embora significativa, sem reforçar outros locais, alvos fáceis. Era de se esperar que o asfalto virasse um campo de guerra, como virou nessa manhã. E digo mais: é daí pra pior.
Se as coisas continuarem como estão, haverá um dia em que, a exemplo da enchente sofrida no início do ano, precisaremos recuar e nos acuar, dentro de nossas casas. Prisões revestidas de televisões com suas notícias escabrosas e cercadas dos arames farpados e peneiras furadas carregadas pelos nossos governantes.
Misericórdia! Misericórdia! Misericórdia!
“Se o Senhor não guardar a cidade, em vão vigia o sentinela.” Salmo: 127.1b
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
sábado, 20 de novembro de 2010
PARCERIA
O teatro da vida acontece em um palco que pode ser demarcado ao meio. O título da peça pode ser este: A PARCERIA.
Numa metade do palco, estão os seres humanos, com seus passos.
Na outra metade, Deus age.
No teatro da vida, cada um age no seu território.
Do lado humano, os passos são dados, sempre em direção ao espaço divino, de olho na linha divisória.
Do lado divino, os passos são dados, sempre em direção ao espaço humano, desejoso de uma parceria que gere bem-estar. Deus não invade jamais o espaço do homem; só faz o que lhe cabe, para que o homem continue humano, em sua liberdade e em sua potencialidade e em sua responsabilidade.
Já o homem, qual menina que tenta calçar o sapato da mãe, qual garoto que tenta imitar os passos largos do pai na rua, não se contenta com o seu território; quer o de Deus, como os habitantes de Babel.
Sim, há dois territórios, com uma linha invisível e móvel a especificá-los.
Deus tem um projeto: que ao longo da linha, avançável para o seu lado, avançável para o nosso, Ele e nós nos entrelacemos e, de braços dados, sigamos na mesma direção.
Israel Belo de Azevedo
Numa metade do palco, estão os seres humanos, com seus passos.
Na outra metade, Deus age.
No teatro da vida, cada um age no seu território.
Do lado humano, os passos são dados, sempre em direção ao espaço divino, de olho na linha divisória.
Do lado divino, os passos são dados, sempre em direção ao espaço humano, desejoso de uma parceria que gere bem-estar. Deus não invade jamais o espaço do homem; só faz o que lhe cabe, para que o homem continue humano, em sua liberdade e em sua potencialidade e em sua responsabilidade.
Já o homem, qual menina que tenta calçar o sapato da mãe, qual garoto que tenta imitar os passos largos do pai na rua, não se contenta com o seu território; quer o de Deus, como os habitantes de Babel.
Sim, há dois territórios, com uma linha invisível e móvel a especificá-los.
Deus tem um projeto: que ao longo da linha, avançável para o seu lado, avançável para o nosso, Ele e nós nos entrelacemos e, de braços dados, sigamos na mesma direção.
Israel Belo de Azevedo
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